segunda-feira, 18 de junho de 2018

Após 4 anos da Copa do Brasil, obra de drenagem permanece inacabada

Alex Régis - Projeto está com 80% de suas obras concluídas

No ano de 2014, Natal foi uma das cidades sede da Copa do Mundo de Futebol e diversas obras foram planejadas para garantir maior comodidade aos moradores, torcidas e participantes do evento. O projeto de macrodrenagem no entorno do estádio Arena das Dunas está parada com 80% da obra concluída.
Segundo Tomaz Neto, secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Obras Públicas (Semov), foram diversos os obstáculos enfrentados durante os últimos anos. O processo de conclusão da obra teve que ser paralisado várias vezes por razões burocráticas e por falta de envio de verbas.
O plano de drenagem tem uma extensão total de 4,7 km, e interliga as lagoas do Centro Administrativo. “O desague final seria no Rio Potengi e a obra concluída poderia eliminar 33 pontos de alagamentos ao longo do túnel, contemplando diversos bairros da Zona Oeste”, diz o secretário.
Segundo Tomaz, faltam apenas 820 m para a conclusão da obra, que está parada há cerca de 1 ano e seis meses devido a problemas eminentes durante sua execução.
O secretário conta, por exemplo, que surgiu uma dificuldade relacionada ao aparecimento de areia no túnel junto com a água. Para solucionar, a obra teve que ser paralisada e medidas pensadas para sanar a problemática, sem que o meio ambiente fosse atingido de forma agressiva. Apenas esse simples processo demorou meses.
Outro problema citado por Tomaz envolve o questionamento de um morador de um dos bairros beneficiados pela obra. A preocupação envolvia o ponto final de desague do túnel, o Rio Potengi, e os efeitos causados na vegetação nativa da região. A obra foi paralisada e alternativas foram estudadas e apresentadas com objetivo de sanar o problema e causar o mínimo impacto possível no meio ambiente.
“Na época que o MPRN embargou a licença existente, automaticamente suspendeu a execução da obra. Já faz um ano e seis meses que isso aconteceu. E foi algo que partiu de uma pessoa completamente leiga, mas é algo que serve para se manter o controle e a gente precisa obedecer as recomendações”, diz Tomaz.
Com os estudos apresentados ao Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente(Idema) e uma reunião marcada para esta terça-feira, 19, no Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte, o secretário acredita que a obra deverá ser liberada e por fim será concluída.
No final de maio, o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, esteve em Natal com o objetivo de assinar termos aditivos para o investimento na conclusão da obra, solucionando, assim, os problemas com a verba. Cerca de R$ 21, 6 milhões foram liberados. Segundo Tomaz Neto, este dinheiro ainda não chegou nas mãos do município, justamente pela obra estar paralisada. “Se tudo caminhar bem, será recebida a licença renovada e aí sim a obra poderá ser retomada”, conclui.
O secretário conta que houve um custo adicional na obra no valor de R$ 9 milhões, devido ao contrato mantido com a empresa responsável pelas obras durante o tempo de serviço paralisado. Mesmo com o “imprevisto”, Tomaz se mantem confiante e acredita que a decisão de terça-feira irá definir o retorno da conclusão das obras. Assim, 4 anos após seu início, o natalense poderá vislumbrar um dos legados da Copa de 2014.
Agora RN

Crise? Governo paga R$ 42,3 bilhões em gratificações


A crise que se arrasta no Brasil há alguns anos parece não abalar os gastos do governo. Um levantamento feito pela Folha de SãoPaulo na base de dados do Ministério do Planejamento mostra que em 2017 os gastos da União com gratificações somaram R$ 42,3 bilhões. Somando isso aos R$ 54,5 bilhões pagos em salários, o valor total gasto com os servidores na ativa dos três poderes e do Ministério Público da União chega a R$ 96,8 bilhões.

A cada R$ 100 em despesas com salários, o governo gasta mais R$ 77 com gratificações e incentivos para esses servidores.

As gratificações por cargo efetivo são calculadas com base nos salários e crescem sempre que há reajustes, como o concedido pelo presidente Michel Temer no ano passado aos peritos médicos previdenciários.

Os benefícios foram criados para aumentar a remuneração e estimular a eficiência do servidor, sendo pagos de acordo com variáveis de desempenho do funcionário e da instituição em que trabalha.

Há um sistema de pontuação que totaliza 100 pontos como a gratificação máxima. Na média da categoria, a performance do servidor responde a 20 pontos e a do órgão para o qual trabalha aos outros 80 pontos restantes.

Segundo a Folhade São Paulo, entre 95% e 100% dos servidores sempre ganham a maior nota por seu desempenho. Como os próprios órgãos que trabalham são responsáveis por determinar os parâmetros a que se sujeitam, não existem casos em que as metas institucionais não sejam alcançadas.

Petrobras anuncia redução de 1,24% do preço da gasolina em suas refinarias

Divulgação/ Petrobras

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (18) uma nova redução no preço da gasolina em suas refinarias, desta vez, de 1,24%. Com o anúncio, o litro do combustível negociado no parque de refino da estatal custará R$ 1,8941, ou seja, 2 centavos a menos do que o preço atual (R$ 1,9178).
Em junho, a gasolina acumula queda de preço de 3,71% (7 centavos por litro). Nos últimos 30 dias, o recuo chega a 5,51% (11 centavos por litro).
Agência Brasil

Número de obesos entre jovens mais que dobra em uma década


Embora o aumento do sobrepeso e da obesidade tenha se dado em todas as faixas etárias e em todas as regiões do País na última década, os jovens foram os mais afetados. O número de obesos de 18 a 24 anos mais que dobrou em 11 anos e alcança os 9%. Além disso, um terço das pessoas nessa faixa etária está com sobrepeso.
A preocupação com pessoas nessa faixa etária se dá não apenas pela velocidade com que o fenômeno avança, mas pelas consequências. Quanto mais cedo jovens ficam acima do peso, maior o risco de desenvolverem doenças.
O impacto para o sistema de saúde também é expressivo. O cálculo é de que o País gaste cerca de R$ 16,9 bilhões por ano com tratamentos de problemas relacionados à obesidade, como asma, hérnia de disco e distúrbios cardiovasculares.
Os números reunidos pelo Ministério da Saúde mostram que os efeitos da obesidade já são sentidos. O diabetes, por exemplo, cresce de forma expressiva. Entre 2006 e 2017, os registros subiram 49% entre a população de 25 a 34 anos.
Quando se analisa a população como um todo, fica claro não haver diferenças significativas entre gênero. Em São Paulo, por exemplo, 8,6% das mulheres já receberam a confirmação do problema e 8,3% dos homens. A estatística nacional é um pouco menor: 7,6%.
O estudo mostra que a população masculina é a mais afetada tanto pelo sobrepeso quanto pela obesidade. Em todas as capitais e no Distrito Federal, mais de 50% dos homens está acima do peso. Em 7 capitais, a marca já ultrapassou os 60%.
A situação das mulheres, contudo, está longe de ser menos alarmante. Em 12 Estados, mais da metade das mulheres têm excesso de peso.
A auxiliar administrativo Thaís Machado Martins, de 29 anos, já foi obesa e passou por um processo de emagrecimento quando estava com 26 anos. Agora, após ter a primeira filha, está novamente tentando melhorar a alimentação e cortar o refrigerante. “Tinha muita gordura no fígado e o médico chegou a falar que eu estava a um passo de ter cirrose hepática. Foi um susto, mas, mesmo assim, não comecei a mudar os hábitos. Quando você está acima do peso, você não come o que é correto.”
Ela conta que, alguns meses depois, entrou para o programa Vigilantes do Peso e, em um ano e meio, emagreceu 21 quilos. “Quando entrei, estava pesando 102 kg e tenho 1,70 metro. Em março de 2017, já estava com 81 kg. Em junho, engravidei”, conta
Nos primeiros cinco meses de gestação, teve muito enjoo. “Quando a água com gás não resolvia, eu tomava refrigerante. Ganhei 22 kg na gravidez.”
Agora, que a filha está com 3 meses, Thaís está tentando ter uma alimentação balanceada. “Estou com 85 kg. Diminuí bastante o refrigerante e estou tentando comer melhor.”
Agora RN

Pulmões em estado de alerta: saiba mais sobre a pneumonia

Vanessa de Sá/SAÚDE é Vital

“A pneumonia ainda não ganhou o respeito que merece”. Essa é a frase que Orin Levine, pesquisador da Escola de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, tem na ponta da língua quando começa a falar da doença. Líder do esforço mundial por fundos para a pesquisa de vacinas, Levine lamenta que ainda persista a idéia de que se trata “apenas” de uma ameaça aos idosos. Segundo ele, isso ajudou a jogar a pneumonia para segundo plano. “A verdade é que muita gente não se dá conta de que esse é um problema de saúde global”, lamenta.
Em todo o planeta, a inflamação pulmonar é uma das principais causas de morte de milhões idosos e crianças. “A população mundial está envelhecendo, o que certamente levará ao aumento explosivo de casos. Além disso, os agentes do mal estão ficando muito resistentes e isso torna o tratamento cada vez mais difícil”, explica Keith Klugman, professor de Saúde Global da Universidade Emory, também nos Estados Unidos.
Há quem diga que a pneumonia não é uma única doença, e sim várias. Os inúmeros agentes que ocasionam a inflamação dos pulmões, a dificuldade de descobrir qual deles levou ao mal e a crescente resistência aos antibióticos são hoje os grandes desafios da Medicina frente à encrenca. “Diagnosticar os sintomas é fácil. O difícil é saber qual microorganismo é o culpado”, justifica Levine. “Não há como coletar espécimes dos pulmões. Além disso, os testes feitos nas vias aéreas superiores e no sangue falham em quase metade dos episódios.”
Para Peter Appelbaum, especialista americano em resistência a antibióticos da Pennsylvania State University, a grande dificuldade é tratar a pneumonia bacteriana. “Além do pneumococo, uma série de outras bactérias pode causar a doença. Por isso, a terapia com antibióticos muitas vezes é empírica para ser capaz de cobrir uma grande variedade de organismos”, explica.
Veja como a pneumonia se desenvolve
Ataque impiedoso
A infecção ataca um ou ambos os pulmões, sobretudo quando o sistema de defesa foi debilitado por outra doença, como gripe, tuberculose, alcoolismo, fumo, diabete e males do coração
Abrigo nos alvéolos
Basta um espirro de alguém infectado para que o agente da doença vírus, bactéria ou fungo solto no ar chegue aos pulmões. Mas esses microorganismos também podem se alojar ali depois de pegar carona na corrente sangüínea. Uma vez nos pulmões, encontram abrigo nos alvéolos, pequenas estruturas em forma de saco onde acontecem as trocas gasosas.
Muco barra o ar
Eles se reproduzem rapidamente, causando uma infecção. Em resposta, o corpo produz pus e plasma, que se acumulam dentro dos alvéolos, prejudicando a troca de gases. Daí a dificuldade para respirar, que, nos casos graves, pode levar à internação.
As bactérias se espalham
As complicações mais comuns são o derrame pleural, que é o acúmulo de líquido entre as camadas da membrana que reveste os pulmões e a cavidade torácica. Outra encrenca é a bacteremia, quando as bactérias infestam a corrente sangüínea. Aí, podem provocar a morte.
E fique de olho nos sintomas
  •  Calafrios
  • Febre alta
  •  Suor intenso
  • Dor no peito e dificuldade para respirar
  • Falta de ar
  • Tosse com ou sem catarro
  •  Fadiga, moleza, prostração
Saúde é vital

Metade das mortes violentas no país ocorreram em apenas 123 municípios

José Aldenir / Agora Imagens

Um mapeamento do Atlas da Violência 2018 – Políticas Pública e Retratos dos Municípios Brasileiros”, divulgado na última sexta-feira, 15, mostra que 50% das mortes violentas no país ocorreram em apenas 123 municípios, 2,2% do total.
Segundo a publicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), entre esses municípios onde se concentram metade das mortes violentas no Brasil, 33 estão localizados no Rio de Janeiro ou na Bahia.
Mas, quando se analisam somente as capitais, o Atlas revela que as três com maiores taxas de morte violenta eram Belém (PA), Aracaju (SE) e Natal (RN). Entre as três com menores taxas estão São Paulo (SP), Florianópolis (SC) e Vitória (ES).
Dos 123 municípios onde se concentram metade das mortes violentas no Brasil, 33 estão localizados no Rio de Janeiro ou na Bahia.
Entre os municípios menos violentos do Brasil, segundo o Atlas, estão Brusque (SC), Atibaia (SP) e Jaraguá do Sul (SC). Os três mais violentos são Queimados (RJ), Eunápolis (BA) e Simões Filho (BA).
Enquanto os três mais pacíficos apresentam taxas de morte violenta de 4,8 a 5,4 a cada 100 mil habitantes, os três mais violentos têm taxas de 107,7 a 134,9.
A pesquisa considera mortes violentas a soma de agressões, intervenções legais e mortes violentas com causa indeterminada, tomando como referência o município de residência da vítima.
Os dados analisados são de 2016, último ano disponível no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde.
O estudo conclui, ainda, que há uma correlação entre as condições educacionais, de oportunidades de trabalho, vulnerabilidade econômica e a prevalência de mortes violentas.
Para isso, analisou indicadores de educação infanto-juvenil, pobreza, gravidez na adolescência, habitação, mercado de trabalho e vulnerabilidade juvenil.
Os municípios com menor acesso à educação, com maior população em situação de pobreza e maiores taxas de desocupação apresentam maiores taxas de mortalidade violenta.
Agora RN

Pesquisa aponta que 62% dos jovens brasileiros pensam em ir embora do País

Getty Images

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha indicou que 62% dos jovens entre 16 e 24 anos, se mudariam do Brasil para morar em outros países. Uma reportagem feita pela Folha de São Paulo aponta que o grau de insatisfação é grande não só entre jovens, mas também entre a população adulta de diferentes classes sociais.
Segundo o levantamento, o desejo de deixar o País é de 43% da população adulta, o que representa 70 milhões de brasileiros com mais de 16 anos. De acordo com a Folha de São Paulo é crescente o número de brasileiros que têm se movimentado para mudar dde País. Nos Estados Unidos, dobrou o número de vistos para imigrantes brasileiros de 2008, considerado o ano da crise global, para 2017.
Os pedidos para cidadania portuguesa também cresceu significativamente. No consulado de São Paulo houve 50 mil concessões desde 2016. Durante o mesmo período, o número de vistos dobrou para estudantes, empreendedores e aposentados que visam fixar residência em Portugal. Segundo Flávio Comin, professor da Universidade Ramon Liull, de Barcelona, grandes fatores de sucesso e fracasso explicam essa movimentação.
Exemplo disso é que para a grande maioria, ficou mais fácil se mudar. “Na internet dá para ver a rua onde se pretende morar, a sala do apartamento que se quer alugar” No entanto, há também a grande frustração. “O Brasil de 2010 promoveu as expectativas de que nosso país seria diferente. O tombo foi maior quando se descobriu que não estávamos tão bem quanto se dizia.”
A pesquisa Datafolha apontou que os jovens não são os únicos que estão insatisfeitos com o Brasil: 56% que têm ensino superior e 51% dos integrantes de classes A e B também gostariam de deixar o País para viver no exterior. Os principais destinos são Estados Unidos, Portugal e Espanha.
O Povo

Começam nesta segunda saques do PIS/Pasep para quem tem mais de 57 anos

Antonio Cruz/ Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (18), os brasileiros com mais de 57 anos, que são titulares de contas inativas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), poderão sacar esses recursos.
Entre os dias 14 e 28 de setembro, a autorização será ampliada para todas as idades, diferentemente do que ocorria até então, quando o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completasse 70 anos, se aposentasse, tivesse doença grave ou invalidez ou fosse herdeiro de titular da conta.
A mudança da regra ocorreu na última semana, quando o presidente Michel Temer assinou decreto que amplia as possibilidades de saque até o dia 28 de setembro. A estratégia do governo é impulsionar a economia, seguindo o modelo adotado na liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que representaram cerca de R$ 43 bilhões em movimentação.
Pelas contas do governo, 28,7 milhões de pessoas serão beneficiadas. Em cifras, são R$ 34,3 bilhões disponíveis para saque no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. Isto porque 3,6 milhões de pessoas já resgataram R$ 5 bilhões em recursos dos dois programas.
Quem tem direito
Tem direito ao saque servidores públicos e pessoas que trabalharam com carteira assinada de 1971, quando o PIS/Pasep foi criado, até 1988. Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque.
Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Para saber se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os siteswww.caixa.gov.br/cotaspis e www.bb.com.br/pasep.
Agência Brasil

Com 31 homicídios, RN tem segundo fim de semana mais violento do ano

Em Mossoró, um homem morreu e outros dois foram baleados durante festa de batizado de criança (Foto: Marcelino Neto/O Câmera)

No segundo fim de semana mais violento do ano, pelo menos 31 pessoas foram assassinadas no Rio Grande do Norte, segundo dados do Observatório da Violência Letal Intencional (OBVIO) – instituto que contabiliza e analisa crimes contra a vida. Os homicídios foram registrados entre a sexta-feira (16) e a noite deste domingo (17).

A maioria dos homicídios ocorreu em Natal, com o total de 10 mortes. Ao todo, foram 30 homens e uma mulher assassinados em 18 cidades potiguares. Destes, 29 foram com arma de fogo. De acordo com o OBVIO, o número ainda pode crescer pois ainda há casos aguardando confirmação.

Um dos crimes que chamou atenção foi a morte de uma criança de 10 anos, assassinada com um tiro na cabeça em Jardim de Piranhas, no Seridó potiguar, na manhã deste domingo (17). Neste caso, nenhum suspeito foi preso.

Outro caso foi em Mossoró, na região Oeste potiguar. Um homem foi morto e outros dois foram baleados na noite do domingo (18) durante uma festa de batismo de uma criança no bairro Pousada dos Thermas.

Com estes dados, o estado chega a 971 homicídios até agora. O fim de semana mais violento do ano aconteceu entre 26 e 28 de janeiro, quando 33 assassinatos foram registrados.

G1 RN

Resultado do Sisu 2018/2 para segunda (18)


© Foto: Marcos Santos/USP Imagens
O resultado da chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) será divulgado nesta segunda-feira (18). As inscrições para a segunda edição da seleção foram finalizadas às 23h59 de sexta-feira (15). O sistema foi aberto na última terça-feira (12).

Até as 19h do último dia de inscrições, foram registrados 469.343 inscritos em vagas de instituições públicas brasileiras de educação superior de todo o país. Como cada candidato pode escolher até duas opções de cursos, o total de inscrições chegou a 900.299, segundo o Ministério da Educação (MEC). 

O Sisu é uma plataforma MEC que seleciona estudantes para instituições públicas (federais e estaduais) de ensino superior usando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ao todo, são oferecidas 57.271 vagas em cursos de 68 instituições de ensino superior. 

Foi possível alterar as opções de curso enquanto o sistema esteve aberto. Será considerada válida apenas a última inscrição realizada. O Sisu selecionará os candidatos melhores classificados em cada curso, por modalidade de concorrência, de acordo com suas notas no Enem.
Nota mínima

Algumas instituições participantes do Sisu adotam pesos diferenciados para as provas do Enem. Esta informação está disponível para o candidato no momento da inscrição. Quando o candidato se inscrever para cursos em que a instituição adotou peso diferenciado para determinada prova do Enem, o sistema fará automaticamente o cálculo, de acordo com as especificações da instituição, gerando uma nova nota. Por isso, um candidato pode ter notas diferentes para cursos diferentes.

Além disso, algumas instituições de ensino adotam uma nota mínima para a inscrição em determinado curso. Ao pleitear uma vaga, o aluno é informado se sua nota obtida é suficiente para concorrer àquele curso. Se não for, ele pode optar por outro curso ou outra instituição.

Datas
Haverá uma única chamada de aprovados, no dia 18 de junho. Os convocados deverão comparecer para matrícula entre os dias 22 e 28 de junho, conforme os horários e locais de atendimentos especificados pelas instituições.

Caso o candidato não seja selecionado, ou tenha sido chamado apenas para a segunda opção de curso, ainda poderá se inscrever na lista de espera, entre 22 e 27 de junho. As convocações dos candidatos em lista de espera pelas instituições começa em 3 de julho e vão até 21 de agosto.

Guia do Estudante