domingo, 19 de maio de 2019

Bolsonaro chama manifestantes pela educação de “pessoalzinho”

Agência Brasil - Bolsonaro repete as críticas e diz que universidades públicas não são soberanas, devem explicações

O presidente Bolsonaro voltou a criticar os manifestantes que foram às ruas de mais de 200 cidades do país na última quarta-feira contra os cortes que seu governo está fazendo no orçamento para a educação . Falando enquanto cumprimentava um grupo de estudantes na porta do Palácio da Alvorada na noite deste sábado, ele atribuiu os protestos com a participação de centenas de milhares de pessoas a um “movimento do pessoalzinho aí que eu cortei verba”, “uma minoria que manda na escola” e que “nem sabe o que vai fazer na rua”.
O presidente também voltou a chamar os manifestantes de “idiotas úteis”, dizendo que o “pessoal” dele esteve na rua e constatou que “a molecada” nem sabia o que estava fazendo em meios aos protestos.
“É massa de manobra dos espertalhões de sempre, do pessoal que quer voltar ao poder “, afirmou.
Os reitores de universidades públicas também entraram na mira de Bolsonaro, que repetiu uma crítica reiterada nos últimos dias pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, de que autonomia universitária não se confunde com “soberania”.
“Hoje em dia, parece que eles (reitores) têm, na verdade, autonomia total, soberania. Têm que prestar as contas do que está acontecendo”, disse.
O Globo

Concurso para 44 vagas na Câmara Municipal de Parnamirim, RN, abre inscrições nesta segunda (20)


Câmara Municipal de Parnamirim, na região metropolitana de Natal — Foto: Divulgação/CMP
Começa nesta segunda-feira (20) o prazo de inscrição para o concurso público para preenchimento de 44 vagas na Câmara Municipal de Parnamirim, na região metropolitana de Natal. Os salários oferecidos variam de R$ 1,3 mil a R$ 2,5 mil. Confira o edital aqui.

As inscrições vão até 17 de junho e serão feitas exclusivamente pelo site da Comperve. As taxas custam R$ 80 para os candidatos aos cargos de nível médio e R$ 100 para os candidatos de nível superior.

As provas, que acontecem no dia 21 de julho, serão objetivas, com 10 questões de língua portuguesa e 25 de conhecimentos específicos da área escolhida.

Para vagas de nível médio, o concurso oferece cargos de agente administrativo, agente de cerimonial, redator de atas e técnico de informática.

Já para o nível superior, há vagas para administrador, analista de informática, assessor contábil, assessor de controle interno, jornalista, pedagogo, procurador, produtor audiovisual e tradutor intérprete de libras.

G1 RN

Mega Sena deste sábado acumula e prêmio e vai a R$ 12 milhões; confira os números sorteados


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.152 realizado na noite deste sábado (18) em São Paulo. O prêmio acumulou e pode pagar R$ 12 milhões no próximo sorteio, marcado para quarta-feira (22).

Veja as dezenas: 26 - 29 - 36 - 49 - 50 - 59.

A quina teve 28 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 77.547,60. Outras 2.420 apostas acertaram a quadra; cada uma receberá R$ 1.281,77.

Enem 2019 registra 6,3 milhões de inscritos, mas número pode aumentar

José Aldenir/Agora Imagens

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou mais de 6,38 milhões de inscritos para a edição de 2019. O prazo para os interessados se inscreverem terminou na sexta-feira (17). Os participantes, no entanto, têm até o dia 23 de maio para pagar a taxa de R$ 85. Por isso, o número final de confirmados só será divulgado no próximo dia 28.
Quem teve direito à isenção do pagamento da taxa e concluiu a inscrição no prazo tem a participação garantida no exame. As provas do Enem 2019 serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.
No ano passado, houve 6,7 milhões de inscrições – sendo que 5,5 milhões delas foram confirmadas após o prazo para pagamento. Caso o número de 2019 seja ainda menor que esse, será o terceiro ano de queda consecutiva em número de participantes.
Em 21 edições, exame já recebeu quase 100 milhões de inscrições
O Enem é realizado todos os anos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Em 21 edições, o exame recebeu quase 100 milhões de inscrições.
O exame avalia o desempenho do estudante e viabiliza o acesso à educação superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e instituições portuguesas.
O exame também possibilita o financiamento e apoio estudantil, por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Os dados do Enem também permitem autoavaliação do estudante o desenvolvimento de estudos e indicadores educacionais. O exame é aplicado em dois domingos e tem quatro provas objetivas, com 180 questões, além de uma redação.
Local de prova
O cartão de confirmação será disponibilizado só em outubro. Nele, haverá um resumo das principais informações para o candidato: número de inscrição; data, hora e local das provas; dados sobre atendimento especializado (se solicitado); e opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol).
Estrutura da prova
O exame ocorrerá em dois domingos: 3 e 10 de novembro. No primeiro dia, serão aplicadas as provas de: linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias. Duração: 5h30.
No segundo domingo, dia 10 de novembro, será a vez das questões de: ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.
Duração: 5h.

Novidades da edição 2019
Neste ano, há as seguintes novidades: novo sistema de inscrição, inclusão opcional de foto na inscrição, espaço com linhas para rascunho da redação
espaço para cálculos no final do caderno de questões, surdos, deficientes auditivos e surdocegos poderão indicar, na inscrição, se usam aparelho auditivo ou implante coclear, lanches levados pelos candidatos serão revistados.

G1

São João de Cacimba de Dentro/PB

Governo perdeu ‘momento mágico para mudanças’, avaliam economistas

Wilson Dias / Agência Brasil

Diante das dificuldades de articulação política para a aprovação da reforma da Previdência e das constantes quedas nas projeções para o crescimento da economia brasileira neste ano, a avaliação geral de economistas ouvidos pelo Estado é de que o governo do presidente Jair Bolsonaro desgastou seu capital político com questões menores e que o crescimento de 2019 está praticamente perdido.
“O governo perdeu um momento tão raro quanto importante: na eleição, houve uma ruptura que gerou, na imensa maioria dos agentes econômicos, um volume de otimismo muito razoável”, diz José Roberto Mendonça de Barros, cofundador da MB Associados. “Agora, a pauta pode até avançar – achamos que vai ser aprovada uma reforma mediana da Previdência e o Congresso quer fazer uma reforma tributária –, mas se perdeu esse ‘momento mágico’ e os agentes ficaram desanimados.”
A expectativa para crescimento do PIB, que começou o ano com alta de 2,53%, recuou pela 11.ª semana consecutiva para 1,45%, de acordo com o Relatório Focus. O próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, que projetava crescimento de 2,2% para 2019, admitiu trabalhar agora com um avanço de 1,5%.
“Havia a expectativa de que uma grande reforma destravaria o País e ele voltaria a crescer de dois a três pontos por ano. Agora, o mercado deixou a Disneylândia para encontrar a realidade”, diz Marcos Lisboa, presidente do Insper.
Para a maior parte dos economistas ouvidos, não há muito a se fazer no curto prazo para estimular a atividade de forma sustentável. O ex-diretor do Banco Central Alexandre Schwartsman diz que a única saída do governo para reativar a economia seria cortar juros. Mesmo assim, os efeitos seriam defasados. Instrumentos tradicionais de política monetária teriam eficácia pequena em função da perda de confiança, diz Zeina Latif, economista-chefe da XP.
Samuel Pessôa, pesquisador do Ibre/FGV, não vê alternativa sem mudanças nas regras de aposentadoria dos brasileiros. “Se o governo não quiser quebrar, a reforma da Previdência é a única saída para que o Brasil não caia em uma espiral inflacionária.” José Marcio Camargo, professor da PUC/Rio e economista-chefe da Genial Investimentos, reforça a opinião.
Aloisio Araujo, professor da FGV EPGE e do IMPA, aponta algumas medidas microeconômicas, como melhorias na lei de falências, no sistema tributário e na competitividade do mercado de energia. O professor da UnB, José Luis Oreiro, fala como alternativa para este ano a revisão da meta fiscal.
Agência Estado

ProUni para o segundo semestre abre inscrições segunda-feira

Divulgação / MEC

As instituições de educação superior que desejarem participar da edição do Programa Universidade para Todos (ProUni) do segundo semestre deste ano têm até o dia 20 para manifestar interesse, por meio do Sistema Informatizado do ProUni, o SisProUni, na internet. A formalização é obrigatória para aquelas que desejam participar do programa tanto no caso de primeira adesão quanto de renovação.
Após a manifestação de interesse, a adesão ao ProUni deverá ser feita até o dia 27. A adesão é facultativa apenas para as mantenedoras que não têm registro no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). Também não é obrigatória a renovação das que comprovarem a quitação de tributos e contribuições administrados pela Receita Federal.
O número de bolsas a serem ofertadas em cada curso pelas instituições será informado nos termos de adesão ou aditivos. As informações constam do edital do programa, publicado no final de abril, no Diário Oficial da União.
O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. Em contrapartida, as instituições recebem isenção de tributos.
Na primeira edição deste ano foram ofertadas 243.888 bolsas de estudo em 1.239 instituições particulares de ensino. Do total de bolsas, 116.813 eram integrais e 127.075 parciais, de 50% do valor das mensalidades.
Agência Brasil

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Japi terá 18 candidatos para a disputa do Conselho Tutelar


CMDCA divulga lista de candidatos habilitados para eleição do Conselho Tutelar de Japi

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) divulgou ontem (16) a relação de candidatos habilitados para a eleição do Conselho Tutelar do município de Japi.

A eleição será no dia 06 de outubro em todo o país. O horário para votação será das 8h às 16h. Para votar, o cidadão deve levar o título de eleitor e documento de identificação oficial com foto.

Os candidatos podem promover a candidatura, apresentando as propostas e currículos social junto à comunidade local por meio de debates, entrevistas, seminários, distribuição de santinhos e rede sociais.

O processo eleitoral está sendo organizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

Confira o nome dos candidatos habilitados:

1. Aldeci Alves Teixeira 
2. Alvanira Pontes de Souza 
3. Arimagno dos Santos Dantas 
4. Ellen Cris Arcanjo dos Santos Pontes 
5. Francisca Felipe da Silva Nascimento
6. Francisco Renê de Alves Pereira  
7. Ivoneide de Morais Pinheiro 
8. Jonatas Rodrigues Bezerra 
9. Jorcerlaine Ferreira do Nascimento 
10. José Daniel Oliveira da Paz 
11. Marciana Moreira da Silva 
12. Maria Alessandra Nicolau Gomes 
13. Maria de Fátima da Costa Oliveira 
14. Pedro Luciano de Souza Junior 
15. Roberto Alexandre Vicente da Silva 
16. Rodolfo Alves Dantas 
17. Rosa Maria Teixeira de Lima 
18. Wagner Luiz Alves da Costa

Blog Japi em Foco

Festa da Padroeira Santa Rita de Cássia

Impasse pode afetar pagamento de benefícios

© DR

Sem um bom relacionamento no Congresso, o governo corre o risco de ficar sem dinheiro para pagar benefícios assistenciais, como o Bolsa Família, a partir do segundo semestre. Parlamentares têm resistido em aprovar um crédito extra no valor de R$ 248,9 bilhões solicitado pela equipe econômica de Jair Bolsonaro, que pede urgência na liberação para não descumprir a chamada regra de ouro - que impede a emissão de dívida para o pagamento de despesas correntes.

Nem mesmo o apelo do ministro da Economia, Paulo Guedes, feito nesta semana em reunião na Câmara, surtiu efeito. Embora parlamentares reconheçam a necessidade de liberar os recursos, o assunto esbarra no descontentamento com a articulação do Planalto. Deputados e senadores ouvidos pelo Estadão/Broadcast condicionam a aprovação do projeto a um diálogo maior com o Executivo e cobram esclarecimentos sobre o tamanho do crédito solicitado pelo governo. A desconfiança é de que a equipe de Bolsonaro apresenta um quadro pior do que realmente é.

O projeto que libera os recursos foi encaminhado pelo governo ao Congresso em março e desde então está parado na Comissão Mista de Orçamento. O prazo para o colegiado analisar o pedido vai até novembro, mas o governo tem pressa e quer a votação do texto até o mês que vem. De acordo com Guedes, sem o crédito, os pagamentos de subsídios vão parar em junho, de benefícios assistenciais, em agosto, e do Bolsa Família, em setembro. Guedes declarou que o recurso também será usado para pagar a Previdência, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Plano Safra, temas sensíveis aos congressistas. "Estamos à beira de um abismo fiscal", disse o ministro em reunião na terça-feira.

Segundo a consultoria Bites, especializada em análise de dados no universo digital, a busca pelo termo Bolsa Família aumentou nas 24 horas após as declarações do ministro. As perguntas mais frequentes eram "bolsa família vai acabar" e suas variações. Questionado sobre o risco de ficar sem dinheiro para pagar os beneficiários, o Ministério da Cidadania, responsável pelo programa, respondeu apenas que "o governo federal cumprirá seus compromissos".

Relator do projeto, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que pretende apresentar um parecer sobre o pedido apenas no mês que vem. "É necessária toda uma articulação política forte em cima. Eles (o governo) não estão fazendo articulação política", disse.

Parlamentares também passaram a questionar o valor do crédito após o secretário adjunto do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira, citar um cálculo conservador que aponta a necessidade de, no mínimo, R$ 146,7 bilhões para pagar as despesas.

"Na hora que chegarmos à conclusão de que há uma sedimentação de informações suficientes, colocaremos em votação", disse o presidente da comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Segundo o Tesouro, porém, os R$ 248,9 bilhões se referem às despesas previstas no projeto de lei orçamentária de 2019. Já o valor de R$ 146 bilhões é o que faltaria, segundo dados de hoje, para cumprir a regra de ouro. O valor é menor do que o calculado no ano passado porque hoje o governo pode contar com outros recursos que não estavam previstos, como o lucro do Banco Central de 2018. Ainda assim, o pagamento das despesas que somam R$ 248,9 bilhões dependem da aprovação do projeto para ser feito, já que não há autorização no orçamento deste ano.

A abertura de crédito sem autorização do Congresso foi um dos motivos que levou ao impeachment de Dilma Rousseff. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.