sábado, 16 de novembro de 2019

Patrulha Combustível: Confira os preços dos combustíveis de alguns municípios do RN neste sábado (16)


Confira abaixo a lista das cidades do Rio Grande do Norte, com os preços dos combustíveis levantados pelo site:

Campo Redondo/RN:
Gasolina: R$4,46
Óleo Diesel: R$3,59

Coronel Ezequiel/RN:
Gasolina Comum: R$4,87

Jaçanã/RN: 
Diesel Comum: R$3,87
Diesel S B-10: R$3,96
Gasolina Aditivada: R$4,87
Gasolina Comum: R$4,87

Japi/RN: 
Gasolina: R$4,68

Lajes Pintadas/RN:
Gasolina Comum: R$4,99

Passa e Fica/RN:
Gasolina Comum: R$ 4,51 a 4,55

Santa Cruz/RN:
Etanol: R$3,45
Diesel Comum: R$3,47
Óleo Diesel B S-10: R$3,67
Gasolina Aditivada: R$4,47
Gasolina Comum: R$4,47 a R$4,49

Santo Antônio/RN:
Etanol: R$3,52 a R$3,65
Óleo Diesel: R$3,74 a R$3,89
Óleo B S10: R$3,99
Gasolina Comum: R$4,53 a R$4,65
Gasolina Aditivada: R$4,65 a R$4,75

São José do Campestre/RN:
Diesel Comum: R$3,78
Gasolina: R$4,49

Serra Caiada/RN:
Gasolina Comum: R$4,49

Serra de São Bento/RN:
Gasolina Comum: R$4,65
Gasolina Aditivada: R$4,65

Sítio Novo/RN:
Diesel Comum: R$3,79
Diesel S10: R$3,89
Gasolina Comum: R$4,59

Tangará/RN:
Etanol: R$3,75
Diesel Comum: R$3,47
Diesel S10: R$3,67
Gasolina Comum: R$4,45 

Homem que residia em Jaçanã morre de infarto na feira livre de Santa Cruz, RN


Um Homem identificado como Nozinho morreu na manhã deste sábado (16) quando caminhava na feira livre em Santa Cruz, RN.

Seu Nozinho era natural de Coronel Ezequiel e morava atualmente em Jaçanã, ainda segundo informações o mesmo sofria de problemas respiratórios. No momento do mal súbito, populares ainda tentaram reanimar a vítima mais sem sucesso.  

Notícia da Serra

Celulares pré-pagos devem ser recadastrados em 17 estados até segunda

DircinhaSW/Getty Images

Anatel está realizando o recadastramento dos usuários de celulares pré-pagos nacionalmente e clientes em 17 estados tem até o dia 18, próxima segunda-feira, para realizar o processo e não ter sua linha bloqueada. O procedimento deve ser feito apenas por quem está com dados desatualizados e as operadoras avisarão os consumidores com pendências cadastrais.

O recadastramento tem como objetivo montar um banco de dados de linhas ativas que poderá ser utilizado para evitar fraudes. O processo já foi feito em alguns locais do país até o dia 15 de outubro. A fase atual está aberta para as cidades localizadas nos 17 estados abaixo:
  • Alagoas
  • Amazonas
  • Amapá
  • Bahia
  • Ceará
  • Espírito Santo
  • Maranhão
  • Piauí
  • Rio Grande do Norte
  • Pará
  • Paraíba
  • Pernambuco
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Sul
  • Roraima
  • Sergipe
  • São Paulo
Caso você seja um dos usuários que precisa passar pelo recadastro, um aviso via mensagem de texto ou ligação será realizado pelas operadoras. Para que os consumidores não sejam enganados, a Anatel divulgou em seu site o formato de SMS e número utilizado por cada empresa de telefonia nos alertas.

As empresas de telefonia também já divulgaram números e sites voltados para o atendimento de clientes que precisam atualizar seus dados. O procedimento também pode ser feito em lojas físicas.

Abaixo, você pode conferir os canais de contato e páginas de ajuda divulgadas por cada uma das operadoras:

Claro: site de ajuda - telefone: 1052
Tim: site de ajuda - telefone: *144
Vivo: site de ajuda - telefone: *8486
Oi: site de ajuda - telefone: *144
Algar: site de ajuda - telefone: 1055
Sercomtel: site de ajuda - telefone: 1051

Anatel

Senado gasta R$ 32 milhões por mês para pagar mais de 3 mil assessores


O Ranking Políticos mostra que o custo com 3.017 funcionários públicos –efetivos e comissionados– do Senado é de mais de R$ 32 milhões por mês. Esse valor multiplicado pelos 12 meses do ano resulta em 1 gasto de cerca de R$ 400 milhões.

levantamento foi feito com base na folha de pagamento de setembro e outubro de 2019. O montante corresponde a soma dos benefícios de assessores que ficam nos gabinetes dos congressistas em Brasília e nos escritórios de seus respectivos Estados.

Os cargos são variados, abarcam chefes de gabinetes, assessores parlamentares e legislativos, assistentes técnicos, ajudantes parlamentares e motoristas.

O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) tem a maior e mais cara equipe. Seus 86 assessores custam, mensalmente, R$ 736.959,74. Cerca de R$ 9 milhões ao ano.

Em seguida vem o senador Renan Calheiros (MDB-AL), com 51 assessores e 1 gasto mensal de R$693.560,90. Eis a remuneração dos senadores por Estado:

Os senadores Eduardo Gomes (MDB-TO), Fernando Collor (Pros-AL), Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), Eduardo Braga (MDB-AM) e Eduardo Girão (Podemos-CE) têm em sua equipe servidores que recebem acima do teto do funcionalismo público (R$39.293,00). O valor é definido a partir dos salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Proposta de mudança
O senador Álvaro Dias (Podemos-PR) apresentou uma PEC (Projeto de Emenda à Constituição) para reduzir em 1/3 o número de congressistas. Assim, cada Estado e o Distrito Federal elegeriam 2 senadores. Atualmente cada unidade da Federação e o Distrito Federal elegem 3. O projeto tramita atualmente na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado.

Na Câmara, o número de deputados passaria de 513 para 342. O número de senadores diminuiria de 81 para 54.

Congresso custa caro
De acordo com o levantamento da União Interparlamentar de 2018, cada 1 dos 513 deputados brasileiros e dos 81 senadores custa mais de US$ 7,4 milhões por ano aos cofres públicos. A organização internacional estuda os legislativos de diferentes países.

O Congresso nacional do Brasil é o 2º mais caro do mundo. Perde apenas para os Estados Unidos.

Poder 360

Mundial de Free Fire 2019: Corinthians supera russos e é campeão mundial no Rio

Foto: Tuiki Borges

Corinthians conquistou a segunda edição do Mundial de Free Fire, realizado na Arena Carioca 1, dentro do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. Embalado por um torcida fanática, que apoiou durante o tempo todo, o time fechou o torneio com 2300 pontos, contra 2190 dos russos da Sbornaya ChR, levantando o troféu e levando para a casa US$ 200 mil (cerca de R$ 820 mil) como premiação. Carlos "Fixa", Genildo "Japa", Samuel "Level Up 007", Bruno "Nobru" e Douglas "Pires" levaram o Timão ao topo do planeta no game de estilo Battle Royale .

As duas primeiras quedas foram favoráveis ao Corinthians. Mesmo sem conseguir a vitória em ambas as partidas - perdendo para Illuminate, da Tailândia, e Sbornaya ChR, da Rússia, o Timão assumiu a liderança geral, com 780 pontos. Destaque para Carlos "Fixa", que ganhou o MVP no jogo de abertura, e Genildo "Japa", que levou o título de melhor jogador pelo incrível dano distribuído no segundo confronto. A LOUD, por sua vez, acabou na sétima colocação nas duas quedas, mantendo-se em oitavo lugar geral.

As duas quedas seguintes, em Bermuda e Purgatório, não foram exatamente positivas para os times brasileiros. Na terceira, Corinthians e LOUD terminaram na oitava e na nona colocação, caindo na tabela - o Alvinegro foi da liderança para o terceiro lugar geral. Na quarta, ambas as organizações tiveram um bom início, com rotações inteligentes, comprando boas trocas, mas caíram de desempenho. O Timão voltou a terminar em oitavo, enquanto a LOUD se segurou e buscou o quarto lugar. Os vencedores foram a russa Sbornaya ChR na terceira queda e a costarriquenha INFINITY ESPORTS MOBILE na quarta.

A quinta e a sexta quedas foram ambas vencidas pela chinesa LGDS, mas o desempenho do Corinthians, que se mantinha na briga pelo título, foi bastante distinto. Na quinta, o Timão se segurou até os últimos instantes e acabou garantindo a segunda posição da queda. Na sexta, porém, a equipe perdeu dois de seus jogadores (Fixa e Japa) logo no início e teve de fazer o impossível para seguir viva, mas acabou na oitava colocação. A líder Sbornaya garantiu mais uma segunda colocação, mantendo a boa vantagem no topo da tabela.

Na sétima e penúltima queda, a LOUD adotou um estilo bem mais agressivo do que apresentado anteriormente e foi para cima dos adversários. Porém, a equipe brasileira se complicou e acabou eliminada na décima posição, encerrando as próprias chances de ficar com o título mundial. O Corinthians, por sua vez, mais cauteloso, foi inteligente e mostrou uma frieza ímpar para garantir seu primeiro Booyah do dia, mantendo-se vivo pelo sonho do troféu - com a entrada de Douglas "Pires" na equipe, na vaga de Japa, e mais um MVP para Fixa.

SportTV.com

Infecções sexualmente transmissíveis estão em alta no Brasil

© Getty Images Segundo a OMS, todos os dias são contabilizados no mundo mais de 1 milhão de casos de ISTs curáveis entre pessoas de 15 a 49 anos

Todos os dias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são contabilizados no mundo mais de 1 milhão de casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) curáveis entre pessoas de 15 a 49 anos. E essas doenças estão em alta no Brasil, segundo dados coletados pelo Ministério da Saúde.

A sífilis é o caso mais gritante: foram 158 mil notificações da doença em 2018, levando a uma taxa de 75,8 casos para cada 100 mil habitantes — em 2017, eram 59,1 casos/100 mil habitantes.

Mas há indicativos também de que estejam aumentando as hepatites virais, enfermidades altamente perigosas, pois podem evoluir para cirrose e câncer de fígado e até levar à morte.

Se de 2008 até 2018 o Brasil registrou quase 633 mil casos dessas infecções, só no ano passado foram cerca de 43 mil, somadas as hepatites A, B C e D.

Dados do Unaids, programa das Nações Unidas especializado na epidemia, indicam que o Brasil apresentou aumento de 21% no número de novos casos de infecções por HIV de 2010 a 2018, o que vai na contramão mundial, já que, no mesmo período, a queda foi de 16% no planeta.

E não são apenas essas ISTs que estão em alta. As que que não são de notificação obrigatória, como gonorreia e HPV, também estão crescendo no país.

Para Mauro Romero Leal Passos, coordenador do setor de DST da Universidade Federal Fluminense (UFF) e fundador da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis (SBDST), a principal razão é que muitas dessas doenças são silenciosas, podendo ficar meses ou anos sem apresentarem sinais e sintomas.

"Por não sentirem nada, as pessoas não procuram o médico e não descobrem que estão infectadas. Sem saberem, a chance de transmissão do vírus ou da bactéria para os parceiros, com sexo sem proteção, é muito maior", comenta o médico.

Outro ponto importante, segundo ele, é a diminuição no uso dos preservativos, sobretudo entre os jovens.

Para se ter uma ideia, pesquisa realizada em 2017, com 1,5 mil pessoas em todo o Brasil, pela organização sem fins lucrativos DKT International, identificou que 47% dos entrevistados com idade entre 14 e 24 anos não usam camisinha nas relações sexuais.

Essa negligência acontece porque os tratamentos contra as doenças sexualmente transmissíveis estão mais eficazes e porque muita gente não acredita estar em perigo e nem se considera parte de grupos de risco.

Ainda persistem as desculpas de que camisinha reduz o prazer, prejudica a ereção e é difícil de colocar.

"E não adianta usar o preservativo uma vez ou até se sentir seguro com o parceiro. É preciso se proteger em todas as relações", acrescenta Passos.

Outros fatores apontados por especialistas para a alta incidência de ISTs são os baixos índices de educação sexual e de cobertura vacinal (no caso de doenças que podem ser prevenidas por vacinas). Informações da BBC News.

Em 78 dias, óleo avança e desafia investigação sobre sua origem

José Aldenir / Agora RN

Há 78 dias, o petróleo cru encontrado na costa brasileira ainda era chamado de “substância escura e oleosa”. O que poderia parecer inicialmente um caso isolado se mostrou, contudo, uma das maiores tragédias ambientais do País, atingindo desde então quase 600 localidades do Nordeste e do Espírito Santo.
O óleo chegou a praias, ilhas, manguezais, rios e Áreas de Proteção Permanentes (APPs) em grandes manchas ou fragmentos. Em alguns lugares, foi encontrado mais de uma vez, inclusive em pontos que estavam praticamente limpos, como a Praia de Itapuama, uma das mais afetadas em Pernambuco.
Os casos mais recentes são de vestígios, menores ou do tamanho da palma da mão, mas também impactantes para as comunidades locais, como a capixaba Praia de Regência, atingida há quatro anos pela lama da barragem de Mariana. O encontro do óleo e da lama também se repetiu em Abrolhos, na Bahia, que reúne a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.
A retirada começa de forma improvisada, pela população local e até por turistas, e depois conta com diferentes esferas governamentais. Com o avanço do óleo por destinos turísticos do Nordeste, a gestão Jair Bolsonaro foi pressionada a intensificar a resposta. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, negou demora na reação ao desastre e o governo enviou militares às praias para ajudar na limpeza.
Em vários pontos, a maior parte da força-tarefa é de voluntários, muitas vezes sem equipamento adequado para evitar o contato direto com a substância. “Não era para voluntários terem contato com o resíduo nas praias. É só pegar o exemplo de outros países. Mas imagina o pescador, que tem no mar a fonte de renda, vendo que está chegando o piche”, afirma Sidney Marcelino Leite, coordenador do movimento Salve Maracaípe.
Com a menor concentração de óleo em alguns Estados e o relato de contaminação ao contato com óleo, ONGs têm visto menos voluntários e até tentam emplacar convocações como “o óleo não acabou” e “cadê vocês?”. “O grosso (do óleo) parou de chegar, as pessoas acham que está tudo bem e cai o número de voluntários. Ainda vem bastante gente no fim de semana. Agora, o processo é mais minucioso, como o de tirar das pedras”, diz Leite.
Investigação
Até agora, a Polícia Federal não tem uma explicação definitiva sobre a origem e a causa do derramamento. Bolsonaro afirmou que o óleo tem “DNA da Venezuela”, mas não há provas de que o país vizinho tenha relação direta com o vazamento, que teria começado em meados de julho até atingir, em agosto, o litoral do País.
Entre as hipóteses estão o derramamento por um navio que teria passado pela área ou, até mesmo, afundado. Segundo a PF, o navio grego Bouboulina é o principal suspeito, mas a empresa proprietária nega e especialistas têm questionado os indícios do governo. Outras questões seguem sem resposta, como o impacto no pescado. Embora o governo federal considere seguro o consumo, a pesquisa usada como base era inicial e teve anúncio contestado até por um dos cientistas responsáveis (por envolver produto da pesca industrial, minoria na região).
A maior parte dos esforços científicos vem de universidades federais, organizadas individualmente ou em rede do Norte ao Sul do Brasil. “O trabalho de pesquisadores e voluntários é desenvolvido em rede com outros Estados. Umas são formais, como as dos institutos, e outras informais”, conta Jailson Bittencourt de Andrade, do Centro Interdisciplinar de Energia da Federal da Bahia (UFBA) e vice-presidente regional da Associação Brasileira de Ciências.
As pesquisas buscam soluções para questões emergenciais, mas devem se prolongar. “Os efeitos não vão cessar de imediato. É preciso alguns anos para investigar as consequências no ambiente e nos organismos”, diz Emerson Soares, coordenador da força-tarefa da Federal de Alagoas (Ufal), que reúne 22 professores e cerca de 80 alunos de graduação e pós. Pesquisadores estimam que serão precisos de 10 a 20 anos para acabar com os efeitos nocivos do óleo.
Também são desconhecidos os efeitos no turismo. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis potiguar, não houve cancelamentos expressivos de reservas e o impacto deverá ser conhecido no início de dezembro, quando dados da ocupação hoteleira do último trimestre são tabulados.
Destino
No Sudeste, Estados e Prefeituras têm feito treinamentos diante da possível chegada do óleo. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), correntes marinhas podem levar o material até o norte fluminense, mas uma proteção natural dificulta a passagem ao sul de Cabo Frio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Agência Estado

Jaçanã/RN: Rainha do Caju 2019, conheça as candidatas que concorrerão ao título


O Concurso da Rainha do Caju deste ano (2019) estará sobre os cuidados da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cultura, com o apoio da Prefeitura Municipal de Jaçanã e o comércio local.

Após muitas expectativas para o grande dia do desfile, a Prefeitura Municipal tem a honra de apresentar as 10 candidatas a concorrerem ao título de “Rainha do Caju 2019”.

O Concurso este ano acontecerá na sexta-feira, dia 06 de dezembro, na Praça de Eventos em Jaçanã, a partir das 19h e contará com lindas garotas de nossa cidade que irão pleitear a coroa da atual Rainha do Caju, Thais Nascimento.

“Este ano o desfile será na sexta-feira e a entrada será revertida em 1 kg de alimento não perecível que será trocada em uma estrutura em frente à sede da Secretaria da Assistência, bem como outra na entrada do evento. E os alimentos arrecadados, serão distribuídos na Campanha Natal Sem Fome deste ano”, explicou Eliane Florêncio, Secretária da Assistência Social. 

Eliane também comentou um pouco do que pretende fazer durante o evento: “Estamos trabalhando para apresentar um desfile que agrade todo o público, bem como estamos fazendo algumas mudanças que prometem inovar o concurso este ano sem perder sua originalidade. Teremos lindas meninas que irão desfilar este ano e mostrar toda sua beleza jaçanaense na passarela”, disparou a Secretária enfática.

Agora é hora de escolher uma das nossas 10 candidatas e ficar na torcida para descobrir quem será a Rainha do Caju 2019.




 
CASTING:

FOTOS:Técia Vieira e Renato Alex

MAKE UP:Lorrayne Dantas e Sabrina Jhulia

HAIR:Arione Avelino

LOOK'S:Lary Modas

ACESSÓRIOS:Iara Oliveira

EXTERNA:Chácara Aconchego

PRODUÇÃO:Eliane Florêncio

APOIO:ASCOM

REALIZAÇÃO: Prefeitura Municipal de Jaçanã e Secretaria de Assistência Social e Cultura
Fonte:https://jacana.rn.gov.br

ASCOM | Fonte: Secretaria de Assistência Social e Cultura