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| © SCO/STF O ministro Dias Toffoli no plenário. Colegiado já tem maioria pela manutenção do inquérito das fake news |
“Quanto ao objeto da investigação, não tenho dúvida que Edson Fachin
andou bem no sentido de enfatizar que não estamos a cuidar de qualquer forma de
cerceamento de liberdade. Estamos a garantir liberdades e deveres judiciais”, afirmou a ministra ao concordar com o relator do caso, ministro Edson
Fachin.
A sessão foi
suspensa. Será retomada às 16h50 com os votos dos ministros Ricardo Lewandowski
e Gilmar Mendes. O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, já adiantou que a
sessão será estendida ao período da noite com os 2 votos e será encerrada nesta
5ª feira (18.jun).
Gilmar: “Estupro não é liberdade de expressão”
Relator do
inquérito das fake news, o ministro Alexandre de Moraes afirmou
durante o julgamento desta 4ª feira (17.jun) que há confusão entre
críticas “ácidas” e “agressões, ameaças e coações”. Citou
ataques feitos aos magistrados da Corte: “Que estuprem e matem as
filhas dos ordinários ministros do Supremo Tribunal Federal”, dizia uma das
mensagens lidas pelo ministro.
A fala de
Moraes foi endossada por Gilmar Mendes, que foi ao Twitter declarar que “[ameaça
de] estupro não é liberdade de expressão”. “Precisamos reconhecer a
gravidade desses ataques”, apelou Gilmar.
A afirmação de
Gilmar Mendes é uma sinalização de seu voto que deve ser proferido logo mais à
noite.
Até agora, votaram 6 ministros. Todos opinaram
pela continuidade das operações. Foram eles: Edson Fachin, Alexandre de Moraes,
Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia.
Poder 360
