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| © Sérgio Lima/Poder360 O presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, higienizando as mãos no Congresso |
A exclusão do
procedimento segue recomendação dos infectologistas que prestam consultoria
sanitária ao TSE para que as eleições ocorram. A decisão do ministro ainda
precisa ser analisada pelos demais ministros da corte eleitoral. A questão
deverá ser levada para análise pelo plenário depois que acabar o recesso do
Judiciário.
Os
profissionais levaram em conta que a identificação pela digital pode aumentar a
possibilidade de infecção e aumenta as aglomerações nos domicílios eleitorais,
uma vez que é mais demorada. Além disso, muitos eleitores têm dificuldade com a
leitura das digitais, o que aumenta o risco de formar filas.
Integram o
grupo da consultoria sanitária os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês,
que também auxilia o governo de São Paulo no combate à pandemia; Marília
Santini, da Fundação Fiocruz; e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital
Albert Einstein.
O objetivo do
grupo também é fazer uma cartilha sanitária para auxiliar no pleito, que será
feito em novembro deste ano. Também por causa da covid-19, as eleições foram
adiadas. Confira o novo
calendário eleitoral.
Poder 360
