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| José Aldenir / Agora RN - Senadores e deputados federais do RN ficaram de fora da lista do Diab |
Foi
divulgada, na última segunda-feira, 10, pelo Departamento Intersindical de
Assessor Parlamentar (Diap) uma lista dos parlamentares mais influentes do
Congresso Nacional. Apenas cinco estados ficaram de fora, não registrando nem
um representante – o Rio Grande do Norte foi um deles; o único da região
Nordeste.
O índice, que apura a
qualidade dos parlamentares, deixou de incluir os senadores Jean Paul Prates
(PT); Zenaide Maia (PROS) e Styvenson Valentim (PODE), e os deputados federais
Fábio Faria (PSD); Natália Bonavides (PT), Benes Leocádio (PTC); Walter Alves
(MDB); João Maia (PL); Eliéser Girão (PSL); Rafael Motta (PSB) e Beto Rosado
(PP).
Além do Rio Grande do
Norte, ficaram de fora senadores e deputados dos estados do Espírito Santo,
Mato Grosso, Pará e Roraima.
De acordo com o
levantamento, a quantidade de parlamentares por unidade da Federação varia de
21, no estado de São Paulo, a um nos estados do Acre, Distrito Federal,
Rondônia e Tocantins.
Dos estados escolhidos pelo
Diap, dez possuem dois senadores cada entre os mais influentes: Bahia, Ceará,
Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Piauí, da região Nordeste; Amazonas e Amapá, da
região Norte; e São Paulo e Minas Gerais, da região Sudeste.
São considerados os mais
influentes, aqueles operadores-chave do Poder Legislativo cujas preferências,
iniciativas, decisões ou vetos – implementados, por meio dos métodos da
persuasão, da negociação, da indução ou da não-decisão – prevalecem no processo
decisório na Câmara ou no Senado Federal.
Além de lideranças por
estado, a lista do Diab também computa nomes em ascensão no Congresso Nacional.
O Rio Grande do Norte, porém, mais uma vez ficou de fora. O estado potiguar,
apesar de ser representado em poucos números no passado, sempre figurava na
lista. Em 2018, a atual governadora do Estado, Fátima Bezerra (PT) e José
Agripino Maia (DEM), senadores na época, constaram na relação do departamento.
Agora
RN
