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| José Aldenir / Agora - Secretaria Estadual de Saúde |
A
Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio da Subcoordenadoria de
Vigilância Epidemiológica (Suvige), divulgou nesta terça-feira, 11, o novo
boletim da Influenza do Rio Grande do Norte. Os dados se referem ao período da
semana epidemiológica 1 a 22, encerrada em 1º de junho de 2019.
Foram notificados 189 casos
de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Ao todo, 94 casos foram
confirmados por laboratório, dos quais 68 foram positivos para Influenza A
H1N1, oito para Influenza A, sete para Influenza A H3N2 e 11 para Vírus
Sincicial Respiratório.
De acordo com a Suvige,
observa-se a redução das notificações a partir da semana epidemiológica 19, o
que já era esperado em decorrência do período de sazonalidade da doença, bem
como em função da imunização da população por meio da realização da campanha de
vacinação contra a influenza, que no RN alcançou a meta de 90%, estabelecida
pelo Ministério da Saúde.
No que se refere aos
óbitos, o RN registrou até a semana epidemiológica 22 de 2019, um total de 40
casos notificados, número inferior ao mesmo período de 2018 (68). Do total de
notificações de óbitos em 2019, 13 foram confirmados para H1N1, 03 para
Influenza A não subtipada, 01 para Influenza A H3N2, 05 para Vírus Sincicial
Respiratório, 05 para SRAG não especificado e 17 casos em investigação. O maior
número de óbitos ocorreu em idosos (37%), seguido por gestante (27%).
Prevenção
A subcoordenadora de
Vigilância Epidemiológica da Sesap, Alessandra Lucchesi, ressalta que ”a vacina
é a melhor estratégia disponível para a prevenção da influenza e suas
consequências, devendo ser tomada a cada ano, já que sua composição também
varia anualmente, em função de cepas circulantes”.
Outras medidas de controle
podem ser adotadas como: higiene das mãos com água e sabão, depois de tossir e
espirrar, após usar o banheiro, antes das refeições, e antes de tocar os olhos,
boca e nariz, evitar tocar os olhos, nariz ou boca, após o contato com
superfícies, proteger com lenços (preferencialmente descartáveis a cada uso) a
boca e nariz, ao tossir ou espirrar, o doente deve evitar sair de casa enquanto
estiver em período de transmissão da doença (até cinco dias após o início dos
sintomas), evitar entrar em contato com outras pessoas suscetíveis e, caso não
seja possível, usar máscaras cirúrgicas, evitar aglomerações e ambientes
fechados, e procurar repousar, ter uma alimentação balanceada e aumentar a
ingestão de líquidos.
Agora
RN
