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| Vacina tríplice viral protege contra caxumba, rubéola e sarampo (arquivo) — Foto: Cristine Rochol/PMPA |
O Ministério da Saúde anunciou envio
de 22.387 doses extras de vacina tríplice viral ao Rio Grande do Norte. O
objetivo é garantir imunização contra o sarampo a todas as crianças de seis
meses a 11 meses e 29 dias. O público da campanha estimado para o estado é de
20.352 pessoas. A
Secretaria Estadual de Saúde confirmou três casos da doença neste ano.
Segundo o Ministério da Saúde, 1,6 milhão de doses extras
da vacina tríplice viral foram enviadas a todos os estados. Só para as 13
unidades federativas que estão em situação de surto ativo de sarampo - entre
elas, o Rio Grande do Norte - são 960.907 mil doses.
Foram adquiridas 28,7 milhões de doses adicionais de
vacinas contra sarampo, que, de acordo com o Ministério da Saúde, irão garantir
o abastecimento do país até 2020. As novas aquisições foram anunciadas nesta
quarta-feira (28) pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da
Saúde, Wanderson Kleber, durante reunião com laboratórios produtores de
vacinas.
Na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS) a tríplice
viral está disponível em todos os postos de vacinação do país. A vacina previne
também contra rubéola e caxumba. Neste ano, o governo federal enviou 17,7
milhões de doses da vacina tríplice viral para os estados. Esse quantitativo é
para atender a vacinação de rotina, conforme previsto no Calendário Nacional de
Vacinação, em todos os estados do país, bloqueio vacinal e para intensificar a
vacinação de crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias de idade. A vacina é a
principal forma de tratamento do sarampo.
De acordo com o ministério, é
importante esclarecer que a chamada “dose zero” não substitui e não será
considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança.
Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis
devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de
idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ª dose) para tomar a vacina tetra viral ou a
tríplice viral + varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as
doses.
A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida
independentemente de a criança ter tomada a “dose zero” da vacina.
G1
RN
