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| © Sérgio Lima O nível de reprovação do presidente é maior entre os mais pobres |
As pessoas
mais pobres –que ganham até 2 salários mínimos por mês– foram as que mais
influenciaram o crescimento da reprovação do presidente Jair Bolsonaro. Destes,
43% consideram o governo ruim ou péssimo, 32% regular e 22% ótimo ou bom. A
faixa de renda corresponde a 44% da população brasileira.
Quem
também ajudou a puxar a alta da rejeição ao presidente foram as pessoas de 35 a
59 anos: na faixa de 35 a 44 anos, a avaliação de ruim ou péssimo é 37%; na de
45 a 59 anos, a reprovação é de 41%.
O levantamento divulgado nesta
2ª feira (2.set.2019) aponta que 38% consideram o governo ruim
ou péssimo, 30% regular e 29% ótimo ou bom. O levantamento contou com
entrevistas a 2.878 pessoas em 175 municípios do país. A margem de erro da
pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de
confiança é de 95%. Veja íntegra da
pesquisa.
Entre os mais ricos, que
ganham mais de 10 salários mínimos, o cenário é mais polarizado: a rejeição é
de 46%, mas aprovação chega a 37%. A faixa financeira que mais apoia o
presidente é a das pessoas que recebem de 5 a 10 salários mínimos: 39%. As
pessoas que completaram o ensino superior também registram alta aprovação e
reprovação de Bolsonaro: 32% consideram o governo ótimo ou bom; 43% ruim ou
péssimo.
Poder360
