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| Reuters - Presidente Jair Bolsonaro |
As ações começaram a ser julgadas em 2019. O TSE analisa se houve benefício à chapa vencedora das eleições de 2018 em razão de um ataque a um grupo de mulheres contrárias a Bolsonaro criado no Facebook.
Durante a campanha eleitoral de 2018, invasores
mudaram o nome da grupo "Mulheres unidas contra Bolsonaro" para
"Mulheres com Bolsonaro 17" e excluíram seus administradores, além de
terem feito publicações para elogiar o então candidato a presidente e apagarem
os comentários críticos a ele.
Na prática, a reabertura da produção de provas
servirá para tentar determinar quem invadiu o grupo.
É em uma destas ações que se avalia se o inquérito
das fake news que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) poderá ser
aproveitado como prova pelo TSE. Em maio, o PT pediu ao TSE que inclua as
provas da investigação nas ações eleitorais que tramitam no tribunal e pedem a
cassação da chapa Bolsonaro-Mourão.
Na última segunda-feira (29), o ministro Alexandre
de Moraes, relator do inquérito no STF, enviou um ofício ao ministro Og Fernandes
para informar que o material colhido no inquérito das fake news ainda está sob
perícia. Og Fernandes pediu a Moraes que se manifestasse. Moraes, então,
informou que após as diligências se manifestará sobre a inclusão ou não das
provas.
CNN
