Três situações normais dentro de um mesmo contexto: o descaso de um governo voltado única e exclusivamente à sobrevivência política. E que trata os problemas verdadeiramente sérios da Nação como meros estorvos a serem contornados.
Em condições normais de temperatura e pressão, o
passado pseudo acadêmico de Decotelli não seria problema, já que ele nem
indicado seria e o vexame que se viu simplesmente não teria ocorrido.
Mas, se tratando de Abraham Weintraub, o Medonho,
antecessor de Decotelli, o Breve, numa linhagem iniciada com Ricardo Vélez
Rodrigues, o Insignificante, a mesma pergunta se repete: como o poder de turno
vê a complexa tarefa de governar o Brasil?
Agora, vamos ao general Pazuello, que se eternizou
no cargo de segundo no Ministério da Saúde em plena pandemia, e que não hesita
em exercer a sua interinidade como um simples ajudante de ordens do governo que
desacredita a pandemia, como se ela simplesmente fosse um fato desagradável da
vida.
Cargos de importância vital como o de um ministro
da Educação ou de um ministro da Saúde não deveriam desfrutar desse tratamento
desprestigioso. Como se fossem apenas funções substituíveis, como peças de um
tabuleiro de conveniências.
Mas, como nada disso realmente importa, vejamos o
que acontecerá agora com o Ministério da Saúde, onde um General escreve a história
de um governo que precisa levar à sério o mister de governar.
Agora RN
